O contructo de inteligencia espiritual é uma qualidade humana profunda, um dialago com Garden que é o pai das inteligências múltiplas diversas, inteligências emocionais, como que a inteligência espiritual entendida como qualidade humana profundo pode atuar operar no contexto da gestao execultiva,
Justificativa: Ambiente de mudança, necessidade integrar valores com as pessoas. A literatura carece de um alicerce antropológico pra lei espiritualidade, a maioria das literaturas são baseadas em leituras religiosas, que muitas vezes falavam-se que não era baseada em Religião, por isso a necessidade e a importância de considerar a espiritualidade com a qualidade humana, para não entrar em doutrina e teológica entender como competência humana, evitando o revolucionismo condicional, esta é a contribuição prática e diretrizes que está sendo apresentada pra o contexto da gestão, reposicionando a espiritualidade como dimensão humana e não uma dimensão religiosa relevante para o cenário organizacional integrar um conjunto de valores e significados. Passando pelas praticas de liderança, praticas do cotidiano de tomada de decisão e inovação e traduzir o enquadramento em implicações praticas.
Inteligências múltiplas, capacidade de percebermos a nós mesmo. Onde estou, quais são meus Valores? o que faz sentido para mim? o que me mobilizlia, Essa capacidade humana que nos temos é a capacidade de atribuir sentido as coisas e ir colocando em projetos. Gerando significados, questões como, Porque existimos? Sentido da vida? Finitude? Porque fazemos isso, ancorara a base de motivação do sujeitos e dos coletivos.
Quando a gente fala de espiritualidade a gente esta falando de uma capacidade da gente mesmo perceber o outro e tudo aquilo que nos rodeia.
Capacidade de solucuinar problemas, porque uma inteliencia espiritual?
Porque é uma inteliencia que execercitada é capaz de ajudar a gente a contruir significados, quando a gente vai perdendo a capacidade de não exercitar o processo de valorirár algo vai sendo atrofiado por isso a crise de sentidos, que vivemos em vários contextos da sociedade. Então é um problema que demovs enxergar, para colocar sentido pra vida, porque vale a pena trabalhar?, ser administrador?, Cuidar do brasil?, Porque vale a pena essa empresa? Tudo isso terar um processo de conectar, que se não tiver sentido, sera gerado um sentimento de frustração, desmotivação consequentemente não atingirar os objetivos organizacionais.
Nos temos um ego, a capacidade e a inteligência, sendo um gestor que controla,nos ajuda como como animais humanosa mediar e buscar nossas necessidades. Essa dupla capacidade que temos, esta ligada totalmente a necessidade de satisfazer o ego os desejos e ourta capacidade que é de uma não necessidade de temos de transcender, eu posso perceber que quero muito algo, mas eu posso isso agora? vale a penas isso? essa relação que possuo com o outro, esse elemento é o que permite fazer um processo de desoegocentralizacao, esse duplo acesso vai ajudando a mediar e quando é cultivado isso, esta cultivando a qualidade humana profundo, tendo formas de interpretar a realidade valorar, repleto de sentimentos.
A diferença entre sentir e sentimentos, sentimento tem haver com a construção de memorias, trazendo relações com o ambiente que nos temos, e nos vamos fazendo essa mediação através com o que vamos sentindo no cotidiano. Essa pessoa com essa uninteligencia vai poder agir em favor das rápidez das mudanças, essa habilidade que me ajuda a me situar em um ambiente de correria, “não da pra correr tanto agora, preciso para um pouco agora, eu preciso para um pouco, perceber cenário, conectar dados, construir sentido, essa inteligência que estrutura e for todo esse pacote da pessoa para poder atuar.
Nas fundamentação teóriaca conectada a inteligência prática com a liderança, é uma capacidade que nos temos de construir sentido. Para a lideranças, vai ser sensemaker, sensegiver, o processo de criar, significar ou construir sentido, é a liderança que vai ajudando no cotidiano, o exercicio dessa inteligência é um exercício de conexão que vai sendo estabelecidos ,valores que vão, conectar, dar sentido a está pessoa e vai ajudar a essa pessoa a motivar.
“quado que não me sinto parte, eu vou partir de um lugar. “
A liderança vai ter essa habilidade, de inteligência espiritual que vai ajudando a conectar. Essa habilidade de inteligência é que cabe nas decisões éticas, no discernimento cultural posso fazer isso agora? Cabe? É o momento? Qual valor disso? Qual sentido que vamos conectar? É esse elemento que me ajuda faz lidar com as adversidade no contexto adversidade de opiniões, me faz perceber que a minha opinião é uma, um ponto de vista,, uma conexão entre todas as outras possíveis. Dai a gente consegue no ambiente organizacional, ajudar a lidar com as adversidades, “ Azorra vai dizier que, lidar com adversidade e decisões éticas e o discernimento, e uma das habilidades da inteligência espiritual. É o contexto para inovação para poder criar, percebendo o contexto se conectando e fazendo novas criações.
O Modelo que enquadra a espiritualidade, não como elemento religioso, mas com a capacidade de sentir e conectar essa realidade ao que eu tenho, levando tanto a frente da lideranças, para construir coerência e coesão, o desafio entre curso e discurso, sentindo como se o discurso faz sentido ou não, quando de fato é verdadeiro, agregado decisão integração médica, a inovação confiança bem estar espiritual, e diretrizes de silenciar, lidar com as adversidades capacidade de compaixão e com o serviço.
Considerações finais: E a importância hoje considerar a espiritualidade como dado antropológico não como dado religioso, possiblidade de integrar ao desempenho relações éticas, e a sustentabilidade pelas três conexões, neuro-percepção, percepção do outro no cenário,
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